Observo-te, logo, penso inocência. Seu jeito frágil. Sua aparência discreta. Sua presença que silencia. Parece que você brinca comigo. Querendo esconder-se para que eu a encontre. A intenção, que se for esta, é que nos desloquemos para um lugar calmo, tranqüilo... A sós. Pensando um pouco mais, percebo. Que neste tempo todo o inocente fui eu. Pois a sua beleza, o seu jeito, o seu olhar, de tão violentos que eram me hipnotizaram. O inocente esse tempo todo fui eu. Sua beleza, seu jeitinho que planta amor em nossos pensamentos, constitui sua melhor arma.
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